domingo, 5 de julho de 2009

Coleção Crônicas Saxônicas - de Bernard Cornwell

As Crônicas Saxônicas é uma série que contará a história de Alfredo, o Grande, e seus descendentes. Aqui, o autor Bernard Cornwell reconstrói a saga do monarca que livrou o território britânico da fúria dos vikings. Pelos olhos do órfão Uthred, que aos 9 anos se tornou escravo dos guerreiros no norte, surge uma história de lealdades divididas, amor relutante e heroísmo desesperado. Nascido na aristocracia da Nortúmbria no século IX, Uthred é capturado e adotado por um dinamarquês. Nas gélidas planícies do norte, ele aprende o modo de vida viking. No entanto, seu destino está indissoluvelmente ligado a Alfred, rei de Wessex, e ís lutas entre ingleses e dinamarqueses e entre cristãos e pagãos.

O ÚLTIMO REINO
No meio da invasão dinamarquesa à ilha britânica, Uhtred fica orfão, então com 10 anos, e é capturado pelos dinamarqueses. Foi tratado como um filho pelo earl Ragnar, seu único motivo para permanecer entre os nórdicos. Quando Ragnar e toda a sua família é assassinada (exceto seu filho Ragnar, o Jovem) por causa de uma rixa de sangue, Uhtred sobrevive e vê como única saída retornar aos ingleses.
Com o casamento arranjado com Mildrith, Uhtred fica preso aos ingleses e ao então Rei Alfredo. Ele então se sente indeciso entre apoiar a invasão dos nórdicos ou ajudar o Rei Alfredo a manter Wessex, o último reino, livre. À quem Uhtred deve lealdade, ao povo nórdico que o acolheu e lhe ensinou o modo de vida que prefere, ou à Alfredo, os ingleses e seus padres?

O último reino conta a história de como o destino torna Uhtred um poderoso guerreiro e o restante da coleção crônicas saxônicas promete contar toda a história deste herói criado por Bernard Cornwell.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 01: O Último Reino
Formato: PDF
Tamanho: 1,3 mb

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O CAVALEIRO DA MORTE
Neste segundo livro, Bernard Cornwell, narra aos olhos de Uhtred como os dinamarqueses, trazendo seus grandes navios, conseguiram dominar a ilha quase que em sua totalidade. Até o presente momento os dinamarqueses já haviam conquistado a Nortúmbria, a Mércia - parte central da ilha e a Ânglia Oriental. Mas ainda faltava o reino mais rico e poderoso entre todos na Ilha, Wessex. Wessex era o reino mais próspero na Ilha entre todos e era governado por Alfredo, O Grande - que viveu entre 849 e 899. Apesar de estar na história como o grande defensor da Inglaterra contra a fúria dos vikings, o autor prefere descrevê-lo como um rei-clérigo. Sempre rodeado por uma horda de padres e sempre inclausurado escrevendo. Pois bem, como Wessex era o mais rico, ele era o principal objetivo das invasões. Então de surpresa, os vikings atacam o reino e Alfredo e sua familia são obrigados a fugir para uma região pantanosa. E lá Uhtred acaba encontrando o rei Alfredo e de lá eles organizam uma força de defesa, chamada de fyrd. O Fyrd era uma força formada por senhores e homens do campo. Naquela época, na Ilha e assim como em quase toda a Europa, não existiam reino vastos e fortes o bastante para terem os seus próprios exércitos, então havia o fyrd, formado por homens do campo despreparados, sem armas adequadas para a luta e que eram obrigados a abandonar a suas famílias e irem para as guerras as quais eram convocados. O rei Alfredo, dentro do pantano, juntamente com Uhtred, convoca o fyrd esperando afugentar os vikings de suas terras.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 02: O Cavaleiro da Morte
Formato: PDF
Tamanho: 2,0 mb

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OS SENHORES DO NORTE
O ano é 878 e o reino de Wessex de Alfredo está livre dos vikings. Agora, Uhtred precisa voltar ao norte para vingar a morte do pai adotivo e resgatar a irmã. Para isso, terá de enfrentar seu velho inimigo, Kjartan, um renegado chefe dinamarquês que espreita na formidável fortaleza de Dunholm.

Para Uhtred, a esperança reside na espada. Em seu caminho, encontrará rebelião, caos e medo, e terá como companhia uma freira saxã que deixou para trás a vocação religiosa. Em nome do poder, o jovem da Notúmbria será traído por um de seus aliados, se tornando escravo... e contará com a inesperada ajuda daquele que um dia odiou.

Os Senhores do Norte é o terceiro volume das Crônicas Saxônicas, série que apresenta o lendário rei Alfredo, o Grande, e seus descendentes, narrando a criação da Inglaterra que hoje conhecemos. Uma história poderosa feia de traição, romance e luta, numa região de conflitos, levantes e glória onde Uhtred, um nortumbriano criado como viking, homem sem terras, guerreiro sem país, se tornou herói.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 03: Os Senhores do Norte
Formato: PDF
Tamanho: 1,6 mb

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A CANÇÃO DA ESPADA
Uhtred, agora jurado a Alfredo de Wessex e senhor de terras em Coccham, guerreiro mais importante do rei, ainda se vê em dúvida quanto ao seu destino: unir-se aos vikings ou manter-se fiel aos juramentos que fez até poder voltar à Nortúmbria, sua terra natal?

Ainda acreditando ser rei por direito, Æthelwold, sobrinho de Alfredo, convence Uhtred a visitar um suposto morto que, com o devido sacrifício, volta do Niflheim para contar a quem o chamou os desejos das Nornas. A encenação é, na verdade, uma artimanha de Haesten, senhor escravizado por frísios, libertado por Uhtred e agora earl nórdico. A mensagem era de que Uhtred seria rei de Mércia, reino então sem senhor, mas sob influência de Alfredo. Uhtred acompanha Haesten até Lundene, aonde conhece os irmãos Erik e Sigefrid Thurgilson, noruegueses que trouxeram um exército por mar para devastar Wessex.

As pretensões de Uhtred se esvaem quando ele vê que Erik e Sigefrid têm como prisioneiro um antigo amigo seu, o padre galês Pyrlig, que já fora soldado. Após convencer Sigefrid a lutar com o padre para definir seu destino, resultando na vitória de Pyrlig, Uhtred volta para casa prometendo retomar a conversa com os irmãos. No entanto, mantém seu juramento a Alfredo e recebe ordens de tomar Lundene das mãos dos nórdicos. A tática de Uhtred mostra-se eficaz e, furtivamente, ele penetra as defesas internas da cidade e mantém os invasores fora dos portões, levando-os ao encontro das forças de Æthelred, senhor da Mércia e seu desafeto, além de marido da filha de Alfredo, Æthelflaed. A cidade é tomada, mas Uhtred, pagão e conhecido amigo dos dinamarqueses, deixa Haesten, Erik e Sigefrid escaparem de volta a Beamfleot, na Ânglia Oriental, sob domínio do dinamarquês convertido cristão Guthrum (agora rei Æthelstan), que não faz nada para evitar a ameaça nórdica.

Os nórdicos vão ganhando força e reúnem muitos navios que aterrorizam o rio Temes. Æthelred é enviado para punir Guthrum, mas fracassa e sua mulher é sequestrada. A filha do rei gera perspectiva de um enorme resgate por parte de Wessex, o que reúne ainda mais homens sedentos por espólio em Beamfleot. Uhtred é enviado para negociar o preço, e aproveita para descobrir o tamanho do exército reunido e avaliar suas defesas. No acampamento inimigo ele descobre que Erik e Æthelflaed se apaixonaram, e pedem que ele os ajude a escapar dali, indo para a Nortúmbria, sob proteção do amigo de Uhtred, Ragnar, em Dunholm; Wessex ficaria segura e permaneceria rica, Alfredo continuaria rei, mas não veria a filha. Tudo isso é combinado sem conhecimento nem consentimento dos demais líderes. Uhtred seria responsável por permitir a fuga, liberando o canal da cidade para o navio dos amantes.

O que acontece, no entanto, é uma traição por parte de Haesten, que captura Æthelflaed e pretende fugir com ela e seu exército, no que é impedido pelos homens de Uhtred, Sigefrid e Erik, saxões e nórdicos, unidos pela mesma causa. Haesten é derrotado e Sigefrid exige que a filha do rei seja devolvida a ele, para que receba o resgate devido, mas Erik o impede, revelando a traição contra o irmão. Os dinamarqueses lutam entre si e Sigefrid mata o irmão, deixando Æthelflaed desolada. Uhtred promete deixar que os dinamarqueses que o ajudaram a resgatá-la vivam. A guerra ainda não foi vencida, mas Wessex permanece rica, porém ameaçada, e com um rei, Alfredo.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 04: A Canção da Espada
Formato: PDF
Tamanho: 1,6 mb


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TERRA EM CHAMAS
A narrativa se inicia com a invasão a Cent de Harald Cabelo de Sangue, líder de um extenso exército viking. Após tentativas vãs de conter o avanço dos invasores, por parte do aetheling Eduardo e de Aethelred, Alfredo convoca Uhtred para enfrentar Harald. Uhtred impõe uma pesada derrota aos nórdicos na batalha de Faernehamme e restabelece a paz em Wessex, mas vê seu primo Aethelred ficar com a maior parte dos créditos pela vitória. Nesse mesmo dia, recebe a notícia da morte de sua esposa Gisela durante um parto.

De volta a Lundene, Uhtred é envolvido em um incidente com um dos monges de Alfredo e acaba se vendo obrigado a abandonar Wessex e seu juramento para com o rei. Acompanhado da maioria de seus homens e auxiliado por seu amigo Ragnar, torna-se um viking, sonhando em fazer fortuna para, assim, montar seu próprio exército e reconquistar Bebbanburg.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 05: Terra em Chamas
Download ainda indisponível

O Custo

Há alturas em que por mais que se queira dizer alguma coisa, a única hipótese é ficar em silêncio, porque infelizmente não há nada que se possa dizer.
E há alturas em que por mais que se queira fazer alguma coisa, a única hipótese é não fazer nada, porque infelizmente não há nada que se possa fazer.
E é em alturas assim que uma pessoa acaba por dizer e fazer coisas que de nada adiantam senão para fazer crescer uma sensação de desesperante impotência.
Não me esqueço, nem por um minuto, que não há nada que possa fazer, a não ser tentar, provavelmente em vão.
E isso custa. Muito.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Homens que andaram sobre as águas

Foram apenas 3:

O primeiro foi Jesus Cristo.

O segundo foi Pedro.

O terceiro foi Ivangivaldo?!

é o cara da foto:

Sabedoria Oriental...

Mão amiga fez-me chegar esta história da tradicional sabedoria chinesa. Creio que, andando por aí a circular na Internet, já será do conhecimento de muitos. Contudo, porque encerra um profundo ensinamento tão necessário à nossa vivência coletiva, aqui fica transcrita.

“Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores!!!”

No respeito das opções alheias nunca deveríamos julgar os outros somente porque agem ou pensam de forma diferente da nossa.
Na vida de todos os dias deparamo-nos cada vez mais com falta de compreensão, onde nem sequer é feito um esforço para que essa compreensão ilumine o nosso caminhar.
A compreensão, no entanto, é a fonte da tranquilidade e do afeto entre as pessoas.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Crítica sobre a análise

Hoje venho expressar certo sentimento de mágoa em relação à violência, sobretudo no Rio de Janeiro, e uma revolta sobre a discriminação racial e social.
Em alguns protestos em favor de direitos dos cidadãos, pode haver uma impressão de incentivo à violência, na opinião de quem ignora o problema. Por isso, geralmente grevistas, protestantes, trabalhadores de classe baixa deste país são considerados uma ameaça à boa paz das classes altas. Ajudaria muito se a mídia esquecesse um pouco a audiência, o sensacionalismo e crítica, para expressar melhor a realidade dos desfavorecidos, assim não seria tão difícil para quem vê entender o que se passa.
Abordando melhor os acontecimentos concluímos que as drogas atingem “a droga que é a sociedade”, sem escolher ricos ou pobres, negros ou brancos.
Em geral os meios de comunicação têm focado mais os problemas nas cadeias do que nas comunidades pobres,
(sendo quem mantém as necessidades dos presidiários é o imposto que todo o país, incluindo as vítimas deles, paga ao governo).
O diálogo tem sido reduzido a um mero balbuciar, desse modo muitas pessoas expressam-se ‘gritando’ para todo mundo ouvir o que acontece e o que sentem perante tanta desigualdade diária. Caso o aspecto ‘gritando’ seja explorado de forma errada daí se dá o caos...