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terça-feira, 27 de setembro de 2011

DVD Slipknot Live Rock in Rio 2011

PROMOVA O CAOS: Aproveitem bem, ouça no último volume e saudações do inferno aos seus vizinhos que colocam um maldito e alto funk/forró/pop/axé/pagode.
 Show da banda Slipknot, no Rock in Rio 2011
Tamanho: 494 mb
Formato: rmvb
Faixas:
01.Intro
02.742617000027
03.(sic)
04.Eyeless
05.Wait and bleed
06.The blister exists
07.Liberate
08.Before I forget
9.Pulse of the Maggots
10.Disasterpiece
11.Psychosocial
12.The heretic anthem
13.Duality
14.Spit it out
15.People = Shit
16.Surfacing


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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Slayer - Undisputed Attitude (1996) + Promo CD [Edição Japonesa]

PROMOVA O CAOS: Aproveitem bem, ouça no último volume e saudações do inferno aos seus vizinhos que colocam um maldito e alto funk/forró/pop/axé/pagode.Em 1996, o Slayer lançou Undisputed Attitude, um álbum de covers Hardcore/Crossover thrash. A banda tocou covers de canções de bandas como Minor Threat, TSOL, DRI, DI, Verbal Abuse, Dr. Know e The Stooges. O álbum apresenta três faixas originais, "Gemini", "Can’t Stand You", "Ddamm"; as duas últimas foram escritas por Hanneman em 1984-1985 para um projeto paralelo intitulado Pap Smear.
Tamanho: 127.25 mb
Faixas:
01. Disintegration/Free Money (Verbal Abuse cover)
02. Verbal Abuse/Leeches (Verbal Abuse cover)
03. Abolish Government/Superficial Love (T.S.O.L. cover)
04. Can't Stand You (Pap Smear cover)
05. Ddamm (Pap Smear cover)
06. Guilty of Being White (Minor Threat cover)
07. I Hate You (Verbal Abuse cover)
08. Filler/I Don't Want to Hear It (Minor Threat cover)
09. Spiritual Law (D.R.I. cover)
10. Sick Boy (G.B.H. cover)
11. Mr. Freeze (Dr. Know cover)
12. Violent Pacification (D.R.I. cover)
13. Memories of Tomorrow (Suicidal Tendencies cover)
14. Richard Hung Himself (D.I. cover)
15. I'm Gonna Be Your God (The Stooges cover)
16. Gemini
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CDS 'Live Intrusion' [Edição Japonesa]
Tamanho: 87.30 mb
Faixas:
01. Witching Hour (feat. Machine Head) (Venom Cover)
02. Divine Intervention
03. Dittohead
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Vocals, bass : Tom Araya
Guitar : Kerry King
Guitar : Jeff Hanneman
Drums : (na época) Paul Bostaph




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sábado, 20 de agosto de 2011

Desmundo

Desmundo de Alain Fresnot

Sinopse: Brasil, por volta de 1570. Chegam ao país algumas órfãs, enviadas pela rainha de Portugal, com o objetivo de desposarem os primeiros colonizadores. Uma delas, Oribela (Simone Spoladore), é uma jovem sensível e religiosa que, após ofender de forma bem grosseira Afonso Soares D'Aragão (Cacá Rosset) se vê obrigada em casar com Francisco de Albuquerque (Osmar Prado), que a leva para seu engenho de açúcar. Oribela pede a Francisco que lhe dê algum tempo, para ela se acostumar com ele e cumprir com suas “obrigações”, mas paciência é algo que seu marido não tem e ele praticamente a violenta.

Elenco: Simone Spoladore (Oribela)
Osmar Prado (Francisco de Albuquerque)
Caco Ciocler (Ximeno Dias)
Berta Zemei (Dona Branca)
Beatriz Segall (Dona Brites)
José Eduardo (Governador)
Débora Olivieri (Maria)
José Rubens Chachá (João Couto)
Cacá Rosset (Afonso Soares D'Aragão)
Giovanna Borghi (Bernardinha)
Laís Marques (Giralda)
Arrigo Barnabé (Músico)

Esse filme que é um raro caso de realismo histórico no cinema brasileiro, que ainda conta com Osmar Prado provavelmente na melhor interpretação da sua carreira, o cara tava em estado de graça.
O filme aborda uma questão linguística muito interessante, dá pra ver nitidamente a misureba de línguas que os portugas fizeram aqui quando chegaram pelo brasil. logo, misturou português com tupinambá com línguas crioulas e deu no que deu... dialetos nossos e etc, etc...



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terça-feira, 26 de julho de 2011

Slipknot - Live Download Festival 2009 - DVD

PROMOVA O CAOS: Aproveitem bem, ouça no último volume e saudações do inferno aos seus vizinhos que colocam um maldito e alto funk/forró/pop/axé/pagode.
Show da banda Slipknot, no Download Festival 2009
Tamanho: 420.47 mb
Faixas:
01. Intro (Iowa / (742617000027))
02. (SIC)
03. Eyeless
04. Wait And Bleed
05. Get This
06. Before I Forget
07. Sulfur
08. The Blister Exists
09. Dead Memories
10. Left Behind
11. Disasterpiece
12. Vermilion
13. Everything Ends
14. Psychosocial
15. Duality
16. People = Shit
17. Surfacing
18. Spit It Out
19. Outro (Til 'We Die)


UPLOADING PARTE 01

LINKS OFF (correção em andamento)

UPLOADING PARTE 02

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tributos ao Fodão METALLICA

PROMOVA O CAOS: Aproveitem bem, ouça no último volume e saudações do inferno aos seus vizinhos que colocam um maldito e alto funk/forró/pop/axé/pagode.Para quem perguntar, os tributos são muito legais.
A Tribute to the Four Horseman é simplesmente fodão, já que as bandas que fazem as covers são pra lá de fodônicas também. Se você pensava que depois de fazer o Therion tocar heavy metal de verdade, não era possível fazer algo interessante, errou cara-pálida: o Metallic Attack... também é de chutar o balde grandão, com monstros consagrados do metal tocando as músicas da melhor fase do Metallica.
O pessoal desce a lenha bravo no Black Album, mas ele é bom pacas e continua atual até hoje, já que os três primeiros ficaram bem datados em algumas músicas.
Então aí vai a primeira edição do Blackest Album - que já está na quarta, aliás -, dificílimo de ser achado, vendido a preços simplesmente extorsivos lá fora, com uma paulada de banda eletrônica tirando um som com as músicas de Lars, Hattfield e companhia.
Tem coisas bem interessantes nele, mas é eletrônico, já aviso logo.
Se você é radical, não vai gostar.

A Tribute To The Four Horsemen (2002) 1. Seek And Destroy (Exclusive Track) - Primal Fear
2. Fight Fire With Fire (Exclusive Track) - Therion
3. Whiplash - Destruction
4. Phantom Lord - Anthrax
5. Fade To Black (Exclusive Track) - Sonata Arctica
6. Master Of Puppets - Burden Of Grief
7. My Friend Of Misery - Dark Tranquillity
8. One (Exclusive Track) - Crematory
9. Eye Of The Beholder - In Flames
10. The Thing That Should Not Be - Primus
11. Wherever I May Roam (Exclusive Track) - Sinner
12. Motorbreath (Live) – Rage



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Metallic Attack - The Ultimate Metallica Tribute (2004)1. Whiplash - MOTORHEAD
2. Damage, Inc - FLOTSAM & JETSAM
3. Enter Sandman - Tommy Victor/ Nuno Bettencourt/ Joey Vera/ Scott Travis
4. Trapped Under Ice - DEATH ANGEL
5. Nothing Else Matters - Joe Lynn Turner/Bruce & Bob Kulick/Gregg Bissonette/Tony Franklin/Ryan Yerdon
6. Motorbreath - Page Hamilton/ Scott Ian/ Blasko/ Ryan Yerdon
7. Holier Than Thou'- Chuck Billy/ Alex Skolnick/ Doug Aldrich/ Marco Mendoza/ Eric Singer
8. Master of Puppets - Whitfield Crane/ Rocky George/ Randy Castillo/ Mike Enez
9. Eye of the Beholder - LIFE AFTER DEATH
10. Creeping Death - DARK ANGEL


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The Blackest Album - An Industrial Tribute To Metallica (2002)

01. Fight Fire With Fire (Luciferion)
02. Nothing Else Metters (Apoptygma Berzerk)
03. Seek And Destroy (NIN)
04. The Thing That Should Not Be (Front 242)
05. Sad But True (Rammstein)
06. Master of Puppets (Marilyn Manson)
07. Battery (Korn)
08. The Thing That Should Not Be [Back in Black Mix] (Die Krupps)
09. For Whom The Bell Tolls (Leather Strip)
10. Damage, Inc. (Razed In Black)
11. Whiplash (Abaddon Of Venom)
12. Wherever I May Roam (Spew)
13. Nothing Else Matters [Elemental Mix] (The Element)
14. Battery [High Voltage Mix] (La Honda Militia)
15. Blackned (Fantasmagoria)
16. And Justicie For All (Grope)
17. Harvester of Sorrow (Color Blind)

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Morgul - Sketch Of Supposed Murderer (2001)

Mistura sinistra de Laibach, Type O Negative, metal industrial e gótico, resultado: som super variado e muito foda. Esse tipo de música ficou conhecido como Black Metal - ou pós Black Metal -, pois os temas que cercam as músicas são típicos do estilo, como morte, ódio, horror, insanidade e (yeh!) CAOS, etc. (Acho que Industrial Black Metal seria uma boa definição...)

...Voltando: A banda é formada, em essência, por um único músico multi instrumentista da melhor qualidade chamado Maestro Discordio, mais conhecido como Jack D. Ripper (Jack o stripador), mas seu verdadeiro nome é desconhecido. O interessante da banda é que você nunca sabe o que esperar, o ritmo e influências das músicas mudam a toda hora. Fora o peso delas, que realmente são uma cacetada nos miolos.

Justamente as duas primeiras músicas destacam-se logo: Violent Perfect Illusion e The Dog and The Master (paulada, bastante cadenciada e arrastada, com um riff de guitarra que é uma porrada na orelha).

A música Dead for a While é puro grind/black, com uma bateria-britadeira a 200Km por hora! E a Stealth segue o estilo mais "sinfônico" do black atual, lembrando um pouco o atual Dimmu Borgir (que está mais sinfônico do que nunca e é pra lá de satânica). Só que este álbum foi gravado 6 anos antes...

Agora o que será que Gene Simons, do Kiss, achou da cover de She, já que ela é tudo, menos hard-rock ou qualquer coisa a ver com o estilo da banda. (E ficou muito boa, se você não gosta de Kiss, óbvio).

OBS: Morgul é a típica banda "goste ou odeie". Este álbum conta com a participação do violinista Jean-Philippe Sterverlynck (ex-Sirenia, The Scarr, The Sins of thy Beloved, ex-Tristania. Enfim, ex-tudo).

PROMOVA O CAOS: Aproveitem bem, ouça no último volume e saudações do inferno aos seus vizinhos que colocam um maldito e alto funk/forró/pop/axé/pagode.


Morgul - Sketch Of Supposed Murderer (2001)
01. Violent Perfect Illusion
02. The Dog And The Master
03. Dead For A While
04. Machine
05. Of Murder And Misfortune
06. Truth, Liars And Dead Flesh
08. Stealth
09. Once Again
10. She (Kiss cover)

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Hakim Bey, TAZ, Anarquismo ontológico e etc...

O senhor da foto, que para os desavisado parece um mendigo errante, é um dos mais brilhantes e polêmicos pensadores da atualidade. Mas em questão de conhecimento aparência não significa nada...
Hakim Bey é o codinome usado por ele, Peter Lamborn Wilson, nascido em Baltimore, Estados Unidos, em 1945, que após estudar na tradicional Universidade de Columbia, em Nova Iorque, fez uma longa viagem à Ásia e Oriente Médio em busca das raízes e dos templos do sufismo. Peter (ou Hakim) veio a se fixar por algum tempo no Irã, onde atuou como consultor e pesquisador do sufismo, ainda nos anos da década de 1970 pré-Revolução Islâmica, que, quando chegou em 1979, levou o Aiatolá Khomeini ao poder e Hakim Bey de volta aos Estados Unidos.

É em sua américa natal que Hakim se vê picado pelo mosquito revolucionário do anarquismo. Une seus novos conhecimentos aos já consolidados em relação ao sufismo e daí surge uma estranha e originalíssima liga, auto-nomeada de anarquismo ontológico, uma, digamos, corrente de anarquismo criticada até mesmo pelos anarquistas, que a visualizam de modo pejorativo como um anarquismo individualista e apolítico, que mistura elementos (misticismo, obscurantismo) que não caem nada bem aos anarquistas tradicionais.

A partir da inusitada mistura de elementos culturais/ideológicos distintos é que a lenda de Hakim Bey ganha força, na mesma proporção que os seus textos – sobre assuntos tão distintos quanto máfias chinesas descentralizadas conhecidas (tongs), comunalismo experimental de Charles Fourier, conexões entre o sufismo e a antiga cultura Celta, tecnologia e internet, terrorismo poético, ludismo, turismo e o uso ritualizado de substâncias alteradoras da consciência, dentre outros – vão sendo difundidos pelos submundos deste planeta, especialmente em meados dos anos 80 e 90.

Hakim Bey escreveu o simpático livrinho “T.A.Z. - Zona Autônoma Temporária”, editado (e já esgotado, download no fim do post) no Brasil pela Conrad, é nitroglicerina explosiva, e não somente para os deslocados ou escondidos anarquistas, comunistas ou simpatizantes de ambas ideologias. Seu poder de comunicação e sua verborragia explicativa e revolucionária chegou aos altos e baixos escalões culturais como uma tentativa de explicação pertinente ao mundo atual, ou pelo menos a uma parte dele, a que diz mais respeito a chamada rede (ou The Net, nas palavras de Hakim). Foi muito bem aceito por pesquisadores de comunicação, ainda mais quando se vê que Hakim não se parece em nada com tantos outros teóricos/pensadores adotados pela rigorosa academia. Houve até adoção dos textos de Hakim Bey – principalmente de Taz – entre os frequentadores de raves e adeptos do que se convenciona chamar de cultura rave não é de todo surpreendente e até mereceu uma típica resposta do próprio pensador: “Os frequentadores de raves estão entre meus maiores leitores… Gostaria que eles pudessem repensar toda sua relação com a tecnologia – eles deixaram de lado parte do que escrevi”. (pela Wikipédia).

Mas o que teria a Zona Autônoma Temporária para que públicos tão distintos quanto ravers e/ou comunicólogos a pensassem como praticável para suas vidas/estudos?
Pra tentar responder, eis o primeiro capítulo de Taz intitulado “Utopias Piratas“.
OBS = Antes da leitura um alerta: tanto o conteúdo quanto o estilo do texto são, digamos, polêmicos, além de algo herméticos. Podem incomodar – o que não duvido que seja a principal ideia do autor para com seus leitores.

UTOPIAS PIRATAS

OS PIRATAS E CORSÁRIOS do século XVIII montaram uma “rede de informações” que se estendia sobre o globo. Mesmo sendo primitiva e voltada basicamente para negócios cruéis, a rede funcionava de forma admirável. Era formada por ilhas, esconderijos remotos onde os navios podiam ser abastecidos com água e comida, e os resultados das pilhagens eram trocados por artigos de luxo e de necessidade. Algumas dessas ilhas hospedavam “comunidades intencionais”, mini-sociedades que conscientemente viviam fora da lei e estavam determinadas a continuar assim, ainda que por uma temporada curta, mas alegre.
Há alguns anos, vasculhei uma grande quantidade de fontes secundárias sobre pirataria esperando encontrar algum estudo sobre esses enclaves – mas parecia que nenhum historiador ainda os havia considerado merecedores de análise. (William Burroughs mencionou o assunto, assim como o anarquista britânico Larry Law – mas nenhuma pesquisa sistemática foi levada adiante.) Fui então em busca das fontes primárias e construí minha própria teoria, da qual discutiremos alguns aspectos neste ensaio. Eu chamei esses assentamentos de Utopias Piratas¹. Recentemente, Bruce Sterling, um dos principais expoentes da ficção cientifica cyberpunk, publicou um romance ambientado num futuro próximo e tendo como base o pressuposto de que a decadência dos sistemas políticos vai gerar uma proliferação de experiências comunitárias descentralizadas: corporações gigantescas mantidas por seus funcionários, enclaves independentes dedicados à “pirataria de dados”, enclaves verdes e social-democratas, enclaves de Trabalho-Zero, zonas anarquistas liberadas etc. A economia de informação que sustenta esta diversidade é chamada de Rede. Os enclaves (e o título do livro) são Ilhas na Rede. Os Assassins² medievais fundaram um “Estado” que consistia de uma rede de remotos castelos em vales montanhosos, separados entre si por milhares de quilômetros, estrategicamente invulneráveis a qualquer invasão, conectados por um fluxo de informações conduzidas por agentes secretos, em guerra com todos os governos, e dedicado apenas ao saber. A tecnologia moderna, culminando no satélite espião, reduz esse tipo de autonomia a um sonho romântico. Chega de ilhas piratas! No futuro, essa mesma tecnologia - livre de todo controle político – pode tornar possível um mundo inteiro de zonas autônomas. Mas, por enquanto, o conceito continua sendo apenas ficção científica – pura especulação. Estamos nós, que vivemos no presente, condenados a nunca experimentar a autonomia, nunca pisarmos, nem que seja por um momento sequer, num pedaço de terra governado apenas pela liberdade? Estamos reduzidos a sentir nostalgia pelo passado, ou pelo futuro? Devemos esperar até que o mundo inteiro esteja livre do controle político para que pelo menos um de nós possa afirmar que sabe o que é ser livre? Tanto a lógica quanto a emoção condenam tal suposição. A razão diz que o indivíduo não pode lutar por aquilo que não conhece. E o coração revolta-se diante de um universo tão cruel a ponto de cometer tais injustiças justamente com a nossa, dentre todas as gerações da humanidade. Dizer “só serei livre quando todos os seres humanos (ou todas as criaturas sensíveis) forem livres”, é simplesmente enfurnar-se numa espécie de estupor de nirvana, abdicar da nossa própria humanidade, definirmo-nos como fracassados. Acredito que, dando consequência ao que aprendemos com histórias sobre “ilhas na rede”, tanto do passado quanto do futuro, possamos coletar evidências suficientes para sugerir que um certo tipo de “enclave livre” não é apenas possível nos dias de hoje, mas é também real. Toda minha pesquisa e minhas especulações cristalizaram-se em torno do conceito de ZONA AUTÔNOMA TEMPORÁRIA (daqui por diante abreviada por TAZ). Apesar de sua força sintetizadora para o meu próprio pensamento, não pretendo, no entanto, que a TAZ seja percebida como algo mais do que um ensaio (“uma tentativa”), uma sugestão, quase que uma fantasia poética. Apesar do ocasional excesso de entusiasmo da minha linguagem, não estou tentando construir dogmas políticos. Na verdade, deliberadamente procurei não definir o que é a TAZ – circundo o assunto, lançando alguns fachos exploratórios. No final, a TAZ é quase utoexplicativa. Se o termo entrasse em uso seria compreendido sem dificuldades… compreendido em ação.
1: Utopias Piratas: Mouros, hereges e renegados, de Peter Lamborn Wilson. Publicado no Brasil pela Editora Conrad.
2: Assassins: antiga ordem secreta muçulmana do século XI. Seu nome vem da palavra “Hashshashin” (usuários do haxixe).

->Outro texto que trata da web é o intitulado “Sedução dos Zumbis Cibernéticos“, escrito ainda em 1997 (download no fim do post ). E outro livro editado no Brasil de Hakim Bey é o “Caos: Terrorismo Poético e outros Crimes Exemplares“, uma coletânea de devaneios filosóficos/poéticos/anarquistas que já foi postado anteriormente AQUI.

Para mais textos do homem visite este blog, em português, ou esta página, em inglês; ambas contém boa parte da obra do autor e permitem o acesso gratuito à ela.

TODOS OS LINKS ON
Livro: TAZ - Zona Autônoma Temporária
Autor: Hakim Bey

404 kb - pdf



Texto: Sedução dos Zumbis Cibernéticos
Autor: Hakim Bey

54kb - pdf



Livro: Caos - Terrorismo poético e outros crimes exemplares
Autor: Hakim Bey

464kb - rtf

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Anime Princesa Mononoke

Mononoke Hime, (em português Princesa Mononoke)

Japão, Era Muromachi. Aquele era um tempo de muitas mudanças, onde os homens ainda conviviam com feras e deuses. Mas a paz só duraria até um inevitável dia em que tudo seria posto abaixo e o homem mostraria do que era capaz. Um terrível demônio que possui o corpo de deus-Javali, estava deixando a floresta e se dirigindo ao vilarejo dos Emishi, um povo nobre cujo príncipe chama-se Ashitaka, ele é quem se encarregará de parar o terrível deus-Javali (na verdade um "Tatari Gami", ou "deus da Maldição") que estava a caminho de sua região, e com certeza iria destruí-la. Mas o resultado dessa batalha é que ele acaba recebendo uma maldição, posta pelo demônio pouco antes de morrer.

Condenado, Ashitaka decide deixar seu povo e segue para o oeste, em busca da cura para o seu problema.
Sem que ele soubesse, no oeste, os mineradores de ferro e os deuses-animais travam uma grande batalha. Do lado dos deuses-animais se encontra San (a princesa Mononoke), uma jovem garota que foi adotada e criada por uma tribo de deuses-lobo. Seu ódio pelos humanos que querem destruir a floresta dos deuses é tão grande, que ela acaba esquecendo-se de sua própria humanidade. Mas sua vida muda quando ela conhece o jovem príncipe Ashitaka, que passa a amá-la.

As coisas não estão fáceis, já que os mineradores da aldeia liderada por Lady Eboshi só querem que sua terra seja um lugar bom e estável para se viver, e seria da floresta que eles retirariam as riquezas minerais, nem que para isso animais fossem mortos e árvores fossem derrubadas.
Ashitaka acaba tendo que ajudar San e os deuses-animais contra as intenções destrutivas do homem contra a natureza. Ele também descobrirá o verdadeiro motivo de ter sido amaldiçoado e sua missão naquela guerra.

Princesa Mononoke foi um grande sucesso mundial arrecadando cerca de US$158 milhões, além de ter conseguido inúmeras críticas positivas. Foi o filme com a maior bilheteria da historia no Japão até a estreia de Titanic. Considerado o maior anime da decada de 90, juntamente com Neon Genesis Evangelion.

Anime Princesa Mononoke
Tema: Aventura / FantasiaTamanho: 675MB
Formato: TVRip
Indioma: Japonês
Legenda: Português

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A História sem Fim - Michael Ende

A História Sem Fim (1979) de Michael Ende, um autor simplesmente incrível por não diminuir seu leitor por sua obra ser destinada principalmente ao público infantil e juvenil. Michael Ende instiga seu leitor, cria novos mundos e nos faz viajar e querer ler mais e mais de suas histórias fascinantes, ricas.

Para entender a ideia de A História Sem Fim é preciso entender o livro em si:

É dividido em duas cores: vermelha e verde. A primeira para quando Bastian Baltasar Bux está em seu mundo comum e sem graça e a segunda para quando ele está no mundo de Fantasia, lendo o livro e, assim, participando de sua criação, afinal uma história só existe para o leitor se for lida.

Há 26 capítulos e uma “introdução”, quando Bastian encontra o Sr. Karl Konrad Koreander, o menino fugia de outros que queriam bater nele, e, para se esconder, tanto deles quanto da chuva, entra na loja “Alfarrabista” – note que a primeira página é em verde, a seguinte passa a ser em vermelho. Bem, e por que exatamente 26 capítulos? Simples, um para cada letra do alfabeto, isso mesmo, cada um inicia com uma grande letra – separada em uma página – que dá continuidade ao parágrafo, essa letra vem acompanhada por desenhos dos personagens que aparecerão naquele capítulo.

“As paixões humanas são misteriosas, e as das crianças não o são menos que a dos adultos. As pessoas que as experimentam não as sabem explicar, e as que nunca viveram não as podem compreender.
A paixão de Bastian Baltasar Bux eram os livros”

O menino se vê encantado pelo livro que o Sr. Koreander está lendo, e assim, logo que o homem sai, ele rouba o livro. Agora era um ladrão. Não poderia voltar para casa. Ninguém notaria sua falta, mesmo. Bastian se esconde no sótão da escola, não teria mais a obrigação de frequentar as aulas, afinal era um fugitivo.

O livro que Bastian tem, começa com a ida de alguns seres, mensageiros, para a Torre de Marfim, eles precisam contar à Imperatriz Menina que algo estranho está acontecendo: O Nada está invadindo algumas partes de Fantasia! Mas quando chegam, percebem, pelo número de mensageiros, que Fantasia está tomada pelo Nada. Seres caem, ou mesmo se jogam, pois aquele grande Nada as atrai, alguns até mesmo colocam apenas uma parte do corpo e esta some.

“É como se uma pessoa ficasse cega, quando olhasse para esse lugar, não é?”

A Imperatriz Menina, que está definhando, manda o pequeno Atreiú para que ajude na grande busca do que pode salvar tudo e todos... mas, o que ele precisa encontrar? Ao menos carrega no pescoço o “Brilho”, o símbolo da Imperatriz ­– para quem não o conhece, AURIN -, “um amuleto de ouro, representando duas serpentes, uma clara e outra escura, que mordiam a cauda uma da outra, formando uma figura oval” e, assim como você, leitor, deve ter feito agora, Bastian também o fez, analisou a capa do livro que tinha nas mãos.

Durante a jornada de Atreiú, que sofre altos e baixos, perde seu grande amigo no Pântano da Tristeza, o cavalinho Artax, uma das cenas mais tristes. Muitas aventuras serão intensamente vividas. Atreiú, Bastian e para quem mais acompanha a história, Fuchur, o Dragão Branco da Sorte, chega para ajudar a enfrentar todos os perigos e levar os leitores pelos céus de Fantasia.

Em alguns pontos – quando Bastian para de acompanhar a história para comer, ir ao banheiro (muito importante!), ou fazer algum comentário – as cores de sua vida tornam-se vermelhas.

A História Sem Fim é a história perfeita, escrita pelo Mestre Michael Ende (1929-1995), um livro impossível de ser largado, impossível de ser lido apenas uma vez. Então, viaje por esta história fantástica!

Livro: A História sem Fim
Autor: Michael Ende
Editora: Martins Fontes
Tradução de Maria do Carmo Cary
Ano: 2001
Páginas: 392
Formato: Doc. Word - 1.155kb
Easy-share
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Curiosidades:

* Stratovarius tem uma música chamada “Fantasia” inspirada no filme:

* Neste mesmo filme o nome do Dragão Branco da Sorte, Fuchur, muda para Falkor;
* Os filmes não contam nem 10% da magia da história;
* O nome Mundo de Fantas foi inspirado neste livro.

“Mas essa é uma outra história que fica pra outra ocasião”.

sábado, 20 de março de 2010

TP de Hankin Bey

Trecho do Livro: Caos - Terrorismo Poético e Outros Crimes Exemplares - Escrito por Hakim Bey
ESTRANHAS DANÇAS NOS SAGUÕES de Bancos 24 Horas. Shows pirotécnicos não autorizados. Arte terrestre, trabalhos-telúricos como bizarros artefatos alienígenas espalhados em Parques Nacionais. Arrombe casas mas, ao invés de roubar, deixe objetos Poético-Terroristas.

Rapte alguém e faça-o feliz. Escolha alguém aleatoriamente e convença-o de que ele é herdeiro de uma enorme, fantástica e inútil fortuna: digamos 8000 quilômetros quadrados da Antártida, ou um velho elefante de circo, ou um orfanato em Bombaí, ou uma coleção de manuscritos alquímicos. Mais tarde, ele irá dar-se conta de que acreditou por alguns poucos momentos em algo extraordinário, e talvez, como resultado, seja levado a buscar uma forma mais intensa de viver.

Organize uma greve em sua escola ou local de trabalho, com a justificativa de que não estão sendo satisfeitas suas necessidades de indolência e beleza espiritual.
A Arte do grafitti emprestou alguma graça à metrôs horrendos e rígidos monumentos públicos. A arte Poético-Terrorista também pode ser criada para locais públicos: poemas rabiscados em banheiros de tribunais, arte xerocada distribuída sob limpadores de pára-brisa de carros estacionados, Slogans em Letras Grandes grudados em muros de playgrounds, cartas anônimas enviadas a destinatários aleatórios ou escolhidos (fraude postal), transmissões piratas de rádio, cimento fresco...
A reação da audiência ou o choque estético produzido pelo Terrorismo Poético deve ser pelo menos tão forte quanto a emoção do terror: nojo poderoso, admiração supersticiosa, inspiração intuitiva repentina, angústia dadaísta - não importa se o Terrorismo Poético é direcionado a uma ou a várias pessoas, não importa se é "assinado" ou anônimo; se ele não muda a vida de alguém (além da do artista), ele falhou.

O Terrorismo Poético é um ato em um Teatro de Crueldade que não tem palco, nem assentos, ingressos ou paredes. Para funcionar, o TP deve ser categoricamente divorciado de todas as estruturas convencionais de consumo de arte (galerias, publicações, mídia). Mesmo as táticas guerrilheiras Situacionistas de teatro de rua já estão muito bem conhecidas e esperadas, atualmente.

Uma requintada sedução levada adiante não apenas pela satisfação mútua, mas também como um ato consciente por uma vida deliberademente mais bela: este pode ser o Terrorismo Poético definitivo. O Terrorista Poético comporta-se como um aproveitador barato cuja meta não é dinheiro, mas MUDANÇA.

Não faça TP para outros artistas, faça-o para pessoas que não perceberão (pelo menos por alguns momentos) que o que acabaste de fazer é arte. Evite categorias artísticas reconhecidas, evite a política, não fique por perto para discutir, não seja sentimental; seja impiedoso, corra riscos, vandalize apenas o que precisa ser desfigurado, faça algo que as crianças lembrarão pelo resto da vida - mas só seja espontâneo quando a Musa do TP tenha te possuído.

Fantasia-te. Deixa um nome falso. Seja lendário. O melhor TP é contra a lei, mas não seja pego. Arte como crime; crime como arte.

Livro: Caos - Terrorismo Poético e Outros Crimes Exemplares
Autor: Hakim Bey
LINK ON 

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Crime e Castigo - Qual a grandeza da sua alma?

“Em um maravilhoso entardecer de julho, extraordinariamente cálido, um rapaz deixou o quarto que ocupava no sótão...” Assim se inicia um dos romances mais tensos da literatura universal. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski, apresenta a Rússia do século XIX, com suas tragédias e misérias.

O narrador constrói diversos “heróis”, todos envoltos por uma névoa dramática: o bêbado que apanha da mulher, a esposa tuberculosa, as crianças que choram de fome num triste cubículo iluminado por uma réstia de luz, a prostituta que conserva a pureza de alma, as senhoras assassinadas e o homicida.

Os tipos humanos que surgem neste romance são indivíduos fragmentados, cujos destroços estão imersos nas palavras que têm para contar, expondo mazelas sociais e psicológicas, que revelam seres desgraçados, na iminência de um colapso. Todos exigem vozes e o narrador, fiel a suas criaturas, atende a esse desejo e entrega aos personagens as rédeas da narrativa. É a polifonia discursiva. Não estamos diante de um romance em que podemos proceder à caracterização das personagens pelo grau de importância na trama. Todos são principais, desesperados em iguais parcelas, mas apenas um é o mais corajoso, somente uma das personagens terá a ousadia de gritar mais alto e transgredir o mandamento divino: não matar. Esse é Raskolnikov.

Escrito no século XIX, Crime e Castigo continua atual, pois trata de temas intrínsecos ao homem: o erro, a culpa, o castigo e o perdão. Assuntos presentes em todas as épocas, que permeiam nossa cultura ocidental e todos os nossos atos. Afinal, como agiríamos se não nos sentíssemos culpados desde o primeiro dia de vida? O que não faríamos neste exato momento se não existissem leis supostamente superiores a nós, se tivéssemos a certeza da inexistência do castigo? Em suma, será que sobreviveríamos se não acreditássemos que há, de fato, o perdão? Questões cujas respostas, de tão estarrecedoras, não podem ser ditas ou pensadas. Não sem a culpa. E essas indagações, que a história eventualmente suscita, fazem da narrativa uma obra aberta e que satisfaz ao desejo ancestral de toda produção literária: o objetivo máximo de fazer com que o leitor pense e reflita. Um exercício de inteligência.

Livro: Crime e Castigo
Autor: Fiódor Dostoievski
Idioma: Português
Formato: .pdf
Nº de páginas: 589
Tamanho: 2,83 mb
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domingo, 16 de agosto de 2009

A Desobediência Civil

A Desobediência Civil é e continuará a ser o livro-guia de todos os que, aqui e agora, têm consciência das injustiças a que estão sujeitas as minorias, num tempo em que os cidadãos são incitados a prestar culto ao dinheiro, porque o Estado sabe, como Thoreau denuncia, que o dinheiro silencia muitas perguntas que o homem de outro modo seria obrigado a fazer.

Martin Luther King leu e releu A Desobediência Civil e nela aprendeu a estratégia da não-violência; Gandhi trazia sempre um exemplar na bagagem e leu outros ensaios do autor; Tolstoi aprendeu também em Thoreau a desobedecer e a organizar a resistência ao poder.

O segundo texto de Thoreau, sobre John Brown, é límpido, torrencial, violento, mas profundamente humano e poético. A revolta é nele a consequência lógica dum desejo de harmonia.

A Desobediência Civil ensina que acima do Estado existem os cidadãos e estes são os que realmente mandam.

DESOBEDECER É TUDO DE BOM

Livro: A Desobediência Cívil
Autor: Henry David Thoreau
Formato pdf - 49,29KB
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domingo, 5 de julho de 2009

Coleção Crônicas Saxônicas - de Bernard Cornwell

As Crônicas Saxônicas é uma série que contará a história de Alfredo, o Grande, e seus descendentes. Aqui, o autor Bernard Cornwell reconstrói a saga do monarca que livrou o território britânico da fúria dos vikings. Pelos olhos do órfão Uthred, que aos 9 anos se tornou escravo dos guerreiros no norte, surge uma história de lealdades divididas, amor relutante e heroísmo desesperado. Nascido na aristocracia da Nortúmbria no século IX, Uthred é capturado e adotado por um dinamarquês. Nas gélidas planícies do norte, ele aprende o modo de vida viking. No entanto, seu destino está indissoluvelmente ligado a Alfred, rei de Wessex, e ís lutas entre ingleses e dinamarqueses e entre cristãos e pagãos.

O ÚLTIMO REINO
No meio da invasão dinamarquesa à ilha britânica, Uhtred fica orfão, então com 10 anos, e é capturado pelos dinamarqueses. Foi tratado como um filho pelo earl Ragnar, seu único motivo para permanecer entre os nórdicos. Quando Ragnar e toda a sua família é assassinada (exceto seu filho Ragnar, o Jovem) por causa de uma rixa de sangue, Uhtred sobrevive e vê como única saída retornar aos ingleses.
Com o casamento arranjado com Mildrith, Uhtred fica preso aos ingleses e ao então Rei Alfredo. Ele então se sente indeciso entre apoiar a invasão dos nórdicos ou ajudar o Rei Alfredo a manter Wessex, o último reino, livre. À quem Uhtred deve lealdade, ao povo nórdico que o acolheu e lhe ensinou o modo de vida que prefere, ou à Alfredo, os ingleses e seus padres?

O último reino conta a história de como o destino torna Uhtred um poderoso guerreiro e o restante da coleção crônicas saxônicas promete contar toda a história deste herói criado por Bernard Cornwell.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 01: O Último Reino
Formato: PDF
Tamanho: 1,3 mb

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O CAVALEIRO DA MORTE
Neste segundo livro, Bernard Cornwell, narra aos olhos de Uhtred como os dinamarqueses, trazendo seus grandes navios, conseguiram dominar a ilha quase que em sua totalidade. Até o presente momento os dinamarqueses já haviam conquistado a Nortúmbria, a Mércia - parte central da ilha e a Ânglia Oriental. Mas ainda faltava o reino mais rico e poderoso entre todos na Ilha, Wessex. Wessex era o reino mais próspero na Ilha entre todos e era governado por Alfredo, O Grande - que viveu entre 849 e 899. Apesar de estar na história como o grande defensor da Inglaterra contra a fúria dos vikings, o autor prefere descrevê-lo como um rei-clérigo. Sempre rodeado por uma horda de padres e sempre inclausurado escrevendo. Pois bem, como Wessex era o mais rico, ele era o principal objetivo das invasões. Então de surpresa, os vikings atacam o reino e Alfredo e sua familia são obrigados a fugir para uma região pantanosa. E lá Uhtred acaba encontrando o rei Alfredo e de lá eles organizam uma força de defesa, chamada de fyrd. O Fyrd era uma força formada por senhores e homens do campo. Naquela época, na Ilha e assim como em quase toda a Europa, não existiam reino vastos e fortes o bastante para terem os seus próprios exércitos, então havia o fyrd, formado por homens do campo despreparados, sem armas adequadas para a luta e que eram obrigados a abandonar a suas famílias e irem para as guerras as quais eram convocados. O rei Alfredo, dentro do pantano, juntamente com Uhtred, convoca o fyrd esperando afugentar os vikings de suas terras.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 02: O Cavaleiro da Morte
Formato: PDF
Tamanho: 2,0 mb

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OS SENHORES DO NORTE
O ano é 878 e o reino de Wessex de Alfredo está livre dos vikings. Agora, Uhtred precisa voltar ao norte para vingar a morte do pai adotivo e resgatar a irmã. Para isso, terá de enfrentar seu velho inimigo, Kjartan, um renegado chefe dinamarquês que espreita na formidável fortaleza de Dunholm.

Para Uhtred, a esperança reside na espada. Em seu caminho, encontrará rebelião, caos e medo, e terá como companhia uma freira saxã que deixou para trás a vocação religiosa. Em nome do poder, o jovem da Notúmbria será traído por um de seus aliados, se tornando escravo... e contará com a inesperada ajuda daquele que um dia odiou.

Os Senhores do Norte é o terceiro volume das Crônicas Saxônicas, série que apresenta o lendário rei Alfredo, o Grande, e seus descendentes, narrando a criação da Inglaterra que hoje conhecemos. Uma história poderosa feia de traição, romance e luta, numa região de conflitos, levantes e glória onde Uhtred, um nortumbriano criado como viking, homem sem terras, guerreiro sem país, se tornou herói.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 03: Os Senhores do Norte
Formato: PDF
Tamanho: 1,6 mb

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A CANÇÃO DA ESPADA
Uhtred, agora jurado a Alfredo de Wessex e senhor de terras em Coccham, guerreiro mais importante do rei, ainda se vê em dúvida quanto ao seu destino: unir-se aos vikings ou manter-se fiel aos juramentos que fez até poder voltar à Nortúmbria, sua terra natal?

Ainda acreditando ser rei por direito, Æthelwold, sobrinho de Alfredo, convence Uhtred a visitar um suposto morto que, com o devido sacrifício, volta do Niflheim para contar a quem o chamou os desejos das Nornas. A encenação é, na verdade, uma artimanha de Haesten, senhor escravizado por frísios, libertado por Uhtred e agora earl nórdico. A mensagem era de que Uhtred seria rei de Mércia, reino então sem senhor, mas sob influência de Alfredo. Uhtred acompanha Haesten até Lundene, aonde conhece os irmãos Erik e Sigefrid Thurgilson, noruegueses que trouxeram um exército por mar para devastar Wessex.

As pretensões de Uhtred se esvaem quando ele vê que Erik e Sigefrid têm como prisioneiro um antigo amigo seu, o padre galês Pyrlig, que já fora soldado. Após convencer Sigefrid a lutar com o padre para definir seu destino, resultando na vitória de Pyrlig, Uhtred volta para casa prometendo retomar a conversa com os irmãos. No entanto, mantém seu juramento a Alfredo e recebe ordens de tomar Lundene das mãos dos nórdicos. A tática de Uhtred mostra-se eficaz e, furtivamente, ele penetra as defesas internas da cidade e mantém os invasores fora dos portões, levando-os ao encontro das forças de Æthelred, senhor da Mércia e seu desafeto, além de marido da filha de Alfredo, Æthelflaed. A cidade é tomada, mas Uhtred, pagão e conhecido amigo dos dinamarqueses, deixa Haesten, Erik e Sigefrid escaparem de volta a Beamfleot, na Ânglia Oriental, sob domínio do dinamarquês convertido cristão Guthrum (agora rei Æthelstan), que não faz nada para evitar a ameaça nórdica.

Os nórdicos vão ganhando força e reúnem muitos navios que aterrorizam o rio Temes. Æthelred é enviado para punir Guthrum, mas fracassa e sua mulher é sequestrada. A filha do rei gera perspectiva de um enorme resgate por parte de Wessex, o que reúne ainda mais homens sedentos por espólio em Beamfleot. Uhtred é enviado para negociar o preço, e aproveita para descobrir o tamanho do exército reunido e avaliar suas defesas. No acampamento inimigo ele descobre que Erik e Æthelflaed se apaixonaram, e pedem que ele os ajude a escapar dali, indo para a Nortúmbria, sob proteção do amigo de Uhtred, Ragnar, em Dunholm; Wessex ficaria segura e permaneceria rica, Alfredo continuaria rei, mas não veria a filha. Tudo isso é combinado sem conhecimento nem consentimento dos demais líderes. Uhtred seria responsável por permitir a fuga, liberando o canal da cidade para o navio dos amantes.

O que acontece, no entanto, é uma traição por parte de Haesten, que captura Æthelflaed e pretende fugir com ela e seu exército, no que é impedido pelos homens de Uhtred, Sigefrid e Erik, saxões e nórdicos, unidos pela mesma causa. Haesten é derrotado e Sigefrid exige que a filha do rei seja devolvida a ele, para que receba o resgate devido, mas Erik o impede, revelando a traição contra o irmão. Os dinamarqueses lutam entre si e Sigefrid mata o irmão, deixando Æthelflaed desolada. Uhtred promete deixar que os dinamarqueses que o ajudaram a resgatá-la vivam. A guerra ainda não foi vencida, mas Wessex permanece rica, porém ameaçada, e com um rei, Alfredo.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 04: A Canção da Espada
Formato: PDF
Tamanho: 1,6 mb


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TERRA EM CHAMAS
A narrativa se inicia com a invasão a Cent de Harald Cabelo de Sangue, líder de um extenso exército viking. Após tentativas vãs de conter o avanço dos invasores, por parte do aetheling Eduardo e de Aethelred, Alfredo convoca Uhtred para enfrentar Harald. Uhtred impõe uma pesada derrota aos nórdicos na batalha de Faernehamme e restabelece a paz em Wessex, mas vê seu primo Aethelred ficar com a maior parte dos créditos pela vitória. Nesse mesmo dia, recebe a notícia da morte de sua esposa Gisela durante um parto.

De volta a Lundene, Uhtred é envolvido em um incidente com um dos monges de Alfredo e acaba se vendo obrigado a abandonar Wessex e seu juramento para com o rei. Acompanhado da maioria de seus homens e auxiliado por seu amigo Ragnar, torna-se um viking, sonhando em fazer fortuna para, assim, montar seu próprio exército e reconquistar Bebbanburg.
Coleção Crônicas Saxônicas
Livro 05: Terra em Chamas
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